Olá, pessoal!!
Vamos trazer mais uma reflexão com muito afeto e cuidado.
Esperamos que gostem!
Os erros, assim como os acertos, fazem parte de nossas vidas! Ouvimos isso desde os nossos primeiros passos, não é mesmo? A formação da nossa identidade, a forma como nos enxergamos e enxergamos o mundo, também faz parte do nosso processo de crescimento e autoconhecimento. Mas reflita, como você anda lidando com esses processos? Como sua relação com o mundo acontece em meio a isso tudo?
Nossa sociedade é estruturada a partir de vários padrões e receitas de como devemos ser, viver e nos construir diante de tantas questões impostas e consolidadas, muitas vezes pode parecer sutil ou até mesmo um caminho todo pronto, só para que a gente trilhe, mas outras vezes, esses padrões e receitas podem não ser tão fáceis assim de serem vividos.
Esses tais padrões, às vezes podem nos sufocar e nos prender em caixinhas ao invés de facilitar nossa caminhada. Como por exemplo, nos fazendo pensar que precisamos ser e estar da forma que a sociedade manda para sermos felizes, mas isso não é verdade. Lembre-se, somos muito mais do que se pode caber em uma caixa.
Portanto, é necessário o cultivo do acreditar em nós mesmos, observando como esse processo pode nos fortalecer e nos ajudar a florescer sem tantas amarras sociais. A ideia é também, poder tornar esse processo algo leve e feito com afeto.
Desta forma, não podemos esquecer do chamado autoconhecimento e a tal autoaceitação. O que tem exatamente nesses processos? O que impacta nossa autoaceitação ? E como o autoconhecimento pode nos ajudar nisso tudo?
Para refletirmos sobre isso, vamos por partes. É um fato que nossa sociedade cria padrões, é aí que entra o exercício do autoconhecimento, que é constante e poderá nos falar o que realmente importa. Para que a gente consiga se separar daquele famoso “todo mundo faz” ou “todo mundo deve fazer”. Refletir sobre o que realmente significa pra gente é um exercício de se autoconhecer e ajuda no cultivo de auto aceitar-se, que às vezes acontece de forma plena e às vezes não, e está tudo bem. Estamos sempre em construção.
Por isso, para lidar com esses padrões de vida e de ser o que a sociedade empurra pra nós, a autoaceitação é importante, pois em meio a imposição de tantas coisas, tentar atender a tudo, pode ser cansativo e frustrante. Nos prende em uma ideia e nos impede de conhecer tudo que há de maravilhoso em nós e que não olhamos só porque não está dentro de alguns modelos pré determinados.
Uma das formas de nos autoconhecer e fortalecer nossa autoaceitação pode ser a terapia, um espaço no qual é possível olhar para as próprias vivências, dores, alegrias, vontades e tudo aquilo que faz parte de nós, com carinho, afeto, sinceridade, honestidade e cuidado. Através do autoconhecimento e da autoaceitação podemos ser quem somos, afinal, nem sempre estamos nestes “altos padrões” sociais e a partir deste exercício, será mais fácil entender que tudo bem não estar nestes padrões, pois, eles nos impedem de ser autênticos e de explorar a diversidade. E tem coisa melhor do que se sentir confiante? Se sentir bem consigo? Por isso, deixar os tabus, padrões e receitas sociais de lado, às vezes pode nos fazer muito bem. Afinal, todos somos plurais.
Fortaleça suas potências!
Atenciosamente,
Acredite-se! Espaço Terapêutico.
Gratidão!
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